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Neto de Fidel Castro defende acordo com EUA e diz que maioria dos cubanos prefere capitalismo
Revista Oeste

Neto de Fidel Castro defende acordo com EUA e diz que maioria dos cubanos prefere capitalismo

Declarações de Sandro Castro, neto do ex-líder cubano Fidel Castro, trouxeram novo olhar sobre os rumos de Cuba nesta segunda-feira, 30. Empresário do setor de entretenimento e influencer digital, ele defendeu publicamente um entendimento entre Cuba e Estados Unidos e destacou que muitos cubanos preferem o capitalismo ao comunismo. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste Durante entrevista à emissora CNN, Sandro relatou enfrentar, assim como outros cidadãos da ilha, as restrições impostas pela crise econômica e os frequentes apagões. “É tão difícil”, afirmou o empresário de 33 anos. “Você sofre milhares de problemas. Em um dia, pode faltar luz, faltar água. As mercadorias não chegam. É muito difícil, realmente muito difícil.” Sinais de mudança e críticas ao regime O empresário conta que, em vídeos recentes publicados nas redes sociais, expôs a vontade de parte da população por mudanças econômicas. Em uma das produções, um ator aparece caracterizado como Donald Trump, simulando um hotel do presidente norte-americano em Havana. "Há muitas pessoas em Cuba que pensam de forma capitalista", explicou Sandro. "Há muitas pessoas aqui que querem praticar o capitalismo com soberania. Acho que a maioria dos cubanos quer ser capitalista, não comunista." Sandro negou que suas publicações tenham objetivo de ostentar ou menosprezar a realidade dos cubanos. Segundo ele, os vídeos buscam retratar o contexto difícil vivido pela população. “Estou fazendo vídeos sobre uma situação tensa e triste”, disse Castro, referindo-se às críticas direcionadas ao regime. “Pelo menos estou tentando fazer as pessoas felizes. Tirar um sorriso delas. Eu jamais zombaria de uma situação que também me causa sofrimento.” https://www.youtube.com/watch?v=EdXYqbJ9_Iw Impacto das sanções e tensões internacionais No cenário internacional, uma decisão recente do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impactou duramente a economia da ilha. No fim de janeiro, Trump anunciou tarifas para países que exportassem petróleo a Cuba, alegando que o governo cubano permitiria a instalação de “bases militares e de inteligência sofisticadas que ameaçam diretamente a segurança nacional” dos EUA. Como consequência, países como o México interromperam o envio do insumo, agravando ainda mais a crise energética, intensificada pelo veto norte-americano ao petróleo venezuelano desde a captura de Nicolás Maduro em 3 de janeiro. Apesar do bloqueio, autoridades norte-americanas autorizaram, nesta segunda-feira, 30, a chegada de um navio russo transportando 730 mil barris de petróleo bruto ao porto de Matanzas, medida pontual que amenizou temporariamente a crise de abastecimento na ilha. O post Neto de Fidel Castro defende acordo com EUA e diz que maioria dos cubanos prefere capitalismo apareceu primeiro em Revista Oeste .

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