Folha de S.Paulo
Como dizia o poeta, a festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu. O pós -seja o fim de uma festa, de um ritual ou de uma celebração coletiva- informa os trabalhos de Juliana Frontin, artista visual que traz para as suas obras ecos de um passado imediato dominado pelo êxtase. Leia mais (03/31/2026 - 10h00)
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