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Sala de aula em Campinas; estudantes; alunos; escola Reprodução/EPTV O presidente Lula e o ministro Camilo Santana apresentaram, nesta terça-feira (31), o novo programa do governo federal, Escola Nacional de Hip-Hop H2E. O programa busca fortalecer a aplicação das leis que tornam obrigatório o ensino das histórias e das culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas na educação básica. Além disso, o governo quer promover uma inovação no currículo das escolas da redes públicas por meio da “valorização e da integração de pedagogias e culturas de hip-hop, [e] da formação continuada de professores”. A iniciativa conta com um investimento de R$ 50 milhões em 2026 e 2027. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O governo definiu o programa como uma “estratégia inovadora para o engajamento juvenil”, e detalhou: “O hip-hop tem relevância cultural entre os jovens brasileiros pelo seu potencial transformador na educação em direitos humanos, diversidade, aprendizagem e cidadania ativa.” Entre os objetivos da iniciativa, estão: Fomentar o protagonismo juvenil nas redes de ensino; Contribuir para o enfrentamento das desigualdades educacionais por meio de inovações pedagógicas e curriculares; Contribuir para a implementação das Leis nº 10.639 e nº 11.645; Fortalecer a integração de saberes tradicionais, populares e científicos nos currículos escolares; Apoiar as redes de ensino na integração do hip-hop como instrumento didático-pedagógico nos currículos da educação básica; Contribuir para a formação continuada dos profissionais da educação, estimulando o desenvolvimento de competências para a utilização da cultura hip-hop como abordagem pedagógica. 21 anos do Prouni Ainda no evento, o presidente e o ministro da educação aproveitaram para celebrar os 21 anos desde a criação do Programa Universidade para Todos (Prouni). Por isso, destacaram alguns números do programa no período: 27,1 milhões de estudantes inscritos; 7,7 milhões de bolsas ofertadas; 3,6 milhões de vagas ocupadas; 1,5 milhão formados pelo Prouni. Lei de Cotas A Lei de Cotas foi outra política destacada durante o evento. Quase 95 mil estudantes cotistas ingressaram na educação superior de 2024 a 2026. O número de cotistas aprovados por ampla concorrência no Sisu 2025 cresceu 124% em relação a 2024. O número de bolsistas do Prouni autodeclarados pretos, pardos ou indígenas aumentou 65%. 307,5 mil cotistas se matricularam em instituições públicas entre 2023 e 2026 (39% dos ingressantes desde o início da Lei de Cotas). Crescimento de 177% de cotistas matriculados pelo Sisu de 2023 a 2025 (de 45 mil para 105 mil). E, em 14 anos, quase 2 milhões de cotistas matriculados em universidades públicas e privadas. 790,1 mil cotistas pelo Sisu, 1,1 milhão pelo Prouni e 29,6 mil pelo Fies. Em atualização.
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