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O presidente da Argentina, Javier Milei Tomas Cuesta/Reuters O número de argentinos que vivem abaixo da linha da pobreza recuou no segundo semestre de 2025 e passou a atingir 8,5 milhões de pessoas, informou o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), nesta terça-feira (31). A pesquisa, que abrange 31 aglomerados urbanos da Argentina, aponta que 28,2% da população está em situação de pobreza. Entre as famílias, são 2,1 milhões — 21% do total do país. ️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Os novos dados foram divulgados em meio à pressão sobre o presidente ultraliberal Javier Milei, que enfrenta desafios para estabilizar a economia. Apesar do avanço do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, o crescimento se concentrou em poucos setores, enquanto o consumo no país segue fraco e o desemprego é o maior desde a pandemia de Covid-19. No segundo semestre de 2025, 6 milhões de pessoas saíram da pobreza, segundo o Indec. A taxa recuou 3,4 pontos percentuais (p.p.) em relação ao primeiro semestre, quando 14,5 milhões (31,6% da população) estavam nessa condição. Para definir se um cidadão argentino está abaixo da linha da pobreza, o Indec considera a renda das famílias e o acesso a necessidades essenciais, como alimentos, vestuário, transporte, educação e saúde. * Reportagem em atualização.
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