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Palácio Araguaia, sede administrativa do governo do Tocantins Adilvan Nogueira/Governo do Tocantins O Governo do Tocantins aderiu ao programa federal emergencial para conter a alta do preço do diesel. O anúncio foi feito pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), nesta terça-feira (31). A medida prevê um subsídio de até R$ 1,20 por litro do combustível importado, válido até o fim de maio, com o custo dividido entre a União e os estados. O objetivo da iniciativa é reduzir os impactos da elevação dos preços internacionais do combustível, influenciados pelas recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio. Entenda: Diesel: 20 estados aderem a proposta do governo para conter alta de preços A iniciativa funciona como um "desconto compartilhado" (subsídio), ou seja, o governo paga parte do valor para que o combustível chegue mais barato ao consumidor. Na prática, o abatimento de R$ 1,20 será custeado da seguinte forma: R$ 0,60 pagos pela União (Governo Federal); R$ 0,60 pagos pelo Governo do Tocantins. Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O secretário de Estado da Fazenda, Donizeth Silva, afirmou que a adesão à medida federal tem como foco o equilíbrio econômico e a proteção dos setores estratégicos. “Essa iniciativa garante mais estabilidade para a economia do Tocantins e ajuda a proteger produtores e consumidores”, destacou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: Governador do TO anuncia concurso da Polícia Civil com 452 vagas e salários de até R$ 21,9 mil Mãe e filha realizam sonho e dividem sala de aula em curso de medicina no Tocantins Professora cuida da filha de estudante em sala e gesto repercute na web: 'Ensinar vai muito além do conteúdo' Entenda a proposta O governo federal planeja conceder uma ajuda financeira (subvenção) às empresas que importam diesel. O benefício vale até o fim de maio e divide o custo de R$ 1,20 por litro igualmente entre a União e os estados. O acordo terá duração de dois meses. Nesse período, os estados devem deixar de arrecadar cerca de R$ 1,5 bilhão, sendo o pagamento realizado por meio de recursos do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Com esse modelo, os governos estaduais não precisam zerar o ICMS. A proposta anterior previa a redução direta do imposto, mas o novo formato foi considerado mais viável. A iniciativa se soma a outras ações já adotadas pelo governo federal, como a isenção de PIS/Cofins e a subvenção de R$ 0,32 por litro já concedida pela União. O Tocantins se une a um grupo de 19 estados que já confirmaram participação nesse esforço fiscal conjunto. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
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