Folha de S.Paulo
Há projetos que revelam o melhor de um país e outros que expõem suas disfunções mais profundas. A Ferrogrão tornou-se o exemplo mais eloquente desta segunda categoria. Nas últimas semanas, uma sequência de decisões empurrou o projeto para trás, como em um jogo de tabuleiro em que cada avanço é seguido de uma ordem para retroceder várias casas. Leia mais (04/01/2026 - 07h00)
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