Revista Oeste
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) negou novamente, nesta quarta-feira, 1º, qualquer articulação para integrar como vice a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições deste ano. Segundo ele, a pré-candidatura ao Planalto seguirá até o fim. O político afirmou que recebe com gratidão menções a possíveis composições eleitorais. Zema governou Minas Gerais de 2019 a 2026. Deixou o cargo em 22 de março. A intenção de disputar a Presidência foi anunciada em agosto de 2025. Ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema reforça que pretende manter sua pré-candidatura até o final | Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil Plano econômico de Zema O pré-candidato possui um plano econômico estruturado em cinco pilares. O projeto inclui reformas trabalhista e previdenciária. Também prevê a privatização de estatais federais. Entre elas, Petrobras, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. O lançamento oficial está previsto para 16 de abril, em São Paulo. Durante participação no Oeste Sem Filtro , destacou o histórico no setor privado como diferencial eleitoral. “Tenho histórico de empresário. Minha vida toda foi pagar impostos e não gastar o dinheiro do contribuinte”, afirmou. “O Brasil atrapalha quem empreende e gera empregos.” + Mais notícias de Política em Oeste No campo econômico, criticou o patamar dos juros. “As taxas estão elevadas, os brasileiros estão pagando muito mais do que deveriam.” Ao tratar da gestão em Minas Gerais, relembrou o cenário fiscal no início do mandato. “Destruído pelo PT”. Zema afirmou que, por quase três anos, quitou pendências como salários e 13º atrasados. Disse ainda que as contas agora estão equilibradas. No cenário institucional, declarou apoio a candidatos ao Senado alinhados a mudanças no Supremo Tribunal Federal. “Estarei apoiando candidatos ao Senado que tenham como pauta mudanças no Supremo.” https://www.youtube.com/watch?v=e_V723VBAMM Sobre indicações à Corte, mencionou critérios técnicos e maior presença feminina. “Prefiro pessoas com carreira respeitada na magistratura." Ao comentar os atos de 8 de janeiro, rejeitou a tese de tentativa de golpe. “Isso é narrativa do PT", enfatizou. "Aquilo foi uma manifestação.” Na avaliação sobre setores da economia, destacou o agronegócio . “O agro é o setor que mais deu certo no Brasil”. Segundo ele, a redução dos juros ampliaria os investimentos dos produtores rurais. O post Zema nega articulação com Flávio Bolsonaro apareceu primeiro em Revista Oeste .
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