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Trump faz discurso a nação sobre a guerra contra o Irã Alex Brandon/Pool via Reuters O presidente dos EUA, Donald Trump, fez uma ameaça direta à infraestrutura energética do Irã durante um pronunciamento em rede de TV nesta quarta-feira (1º). ✅ Clique aqui para seguir o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Trump afirmou que, caso não seja firmado um acordo dentro de um prazo determinado, os Estados Unidos estariam dispostos a “atingir cada uma das usinas geradoras de eletricidade com muita força e provavelmente de forma simultânea”. Durante o discurso, o presidente dos EUA afirmou ainda que os objetivos militares dos EUA na guerra estão perto de serem atingidos. "Tenho o prazer de informar que esses objetivos estratégicos fundamentais estão quase concluídos. Nós vamos terminar o trabalho, e vamos terminar logo", ele declarou, de pé em frente a um púlpito na Casa Branca. "Nunca na história das guerras um inimigo sofreu derrotas tão grandes em pouco tempo", ele declarou. Veja os principais pontos da declaração de Trump: Segundo o presidente dos EUA, objetivo dos EUA era destruir a capacidade de Teerã realizar um ataque contra o país e impossibilitar que o regime exercesse seu poder militar fora de seu território. Trump também declarou que vai atacar alvos da infraestrutura de energia iraniana daqui pra frente: ""Vamos atacá-los com extrema força nas próximas duas ou três semanas. Vamos trazê-los de volta à Idade da Pedra, de onde vieram", afirmou o republicano. "A Marinha do Irã foi dizimada. Sua Força Aérea está em ruínas. Seus líderes, a maioria deles integrantes do regime terrorista que comandavam, estão agora mortos", disse Trump , ao alegar ter vencido o Irã militarmente. Ele comentou a questão da alta dos preços de petróleo, e da gasolina no mercado americano, dizendo que o aumento acontece "no curto prazo". O tema pode influenciar em sua popularidade. "Agora somos totalmente independentes do Oriente Médio, e ainda assim, estamos lá para ajudar. Não precisamos. Não precisamos do petróleo deles, não precisamos de nada, eles têm tudo, estamos lá para ajudar nossos aliados", ele disse, em referência à escassez de petróleo no mercado devido ao fechamento do Estreito de Ormuz. Aprovação em queda Trump enfrenta um eleitor norte-americano cauteloso com a guerra e índices de aprovação em queda. Em uma pesquisa Reuters/Ipsos realizada de sexta-feira (27) a domingo (29), 60% dos eleitores disseram que desaprovavam a guerra, enquanto 35% a aprovavam. Cerca de 66% dos entrevistados disseram que os EUA deveriam trabalhar para encerrar rapidamente seu envolvimento na guerra, mesmo que isso signifique não atingir as metas estabelecidas pelo governo. Veja os vídeos que estão em alta no g1
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