Collector
'A cronologia da água', 'A mulher mais rica do mundo', relançamento de 'Ben-Hur': as estreias e os filmes em cartaz | Collector
'A cronologia da água', 'A mulher mais rica do mundo', relançamento de 'Ben-Hur': as estreias e os filmes em cartaz
Jornal O Globo

'A cronologia da água', 'A mulher mais rica do mundo', relançamento de 'Ben-Hur': as estreias e os filmes em cartaz

A atriz Kristen Stewart (Bella, de "Crepúsculo"), estreia na direção com "A cronologia da água". Também chegam às salas de cinema duas estreias nacionais: "Barba ensopada de sangue", com Gabriel Leone, e "Ruas da Glória", de Felipe Sholl, além de estreias internacionais, como a comédia francesa "A mulher mais rica do mundo", estrelado por Isabelle Huppert. Não é novidade, mas vale a pena (re)assistir: "Ben-Hur", de 1959, clássico absoluto e vencedor de 11 Oscars, também está em cartaz. Confira os filmes que chegam às salas de cinema nesta quinta-feira (2) e os que seguem em cartaz. Veja a lista completa: 'Vingadores', 'A odisseia', 'O diabo veste Prada 2' e mais: 26 filmes mais esperados de 2026 Cinema: Open Air retorna ao Jockey com a maior tela ao ar livre do mundo, filmes vencedores do Oscar, shows e festas As estreias da semana (2 a 8 de abril) 'Barba ensopada de sangue' Uma história sobre a dificuldade de entender o outro é guiada por um protagonista solitário (interpretado pelo ótimo Gabriel Leone), que sofre de um distúrbio que embaralha ainda mais sua relação com o mundo: a prosopagnosia, condição que o impede de reconhecer rostos. Como se conectar com alguém quando as feições do outro lhe escapam? Baseado no romance homônimo de Daniel Galera, “Barba ensopada de sangue” não tenta oferecer uma resposta direta para essa pergunta. Prefere, em vez disso, explorar os efeitos da ausência de diálogo, empatia e perdão. É um filme sobre desencontros, sobre traumas que atravessam gerações e sobre personagens condenados a viver às cegas, mesmo quando estão fisicamente próximos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. 'A cronologia da água' O longa de estreia na direção de Kristen Stewart (que ficou conhecida pela saga “Crepúsculo”) é radical: ou o espectador mergulha fundo na trama e prende o fôlego até o fim, ou abandona o excesso de H²O no primeiro capítulo. Seu tema é recorrente, principalmente sob a direção de mulheres, que, finalmente, extravasam a violência sexual sofrida por crianças e jovens. Vítimas de homens, maridos, pais. Sim, pais. Supostamente feitos para “cuidar”, usam e abusam de suas meninas, de forma criminosa. O longa é inspirado na autobiografia da escritora estadunidense Lidia Yuknavitch, coautora do roteiro com Kristen, que merece aplausos pela ousadia da forma turva ou cristalina de representar uma jovem violentada, desde sempre, pelo pai em cenário familiar desestruturado. Bonequinho aplaude: leia a crítica. ‘A mulher mais rica do mundo’ Nesta comédia livremente inspirada em Françoise Bettencourt-Meyers, herdeira do império L’Oréal, Isabelle Huppert interpreta uma idosa muito rica que doa milhões de euros a um artista gay mais jovem com quem tem um relacionamento próximo. Quando sua filha descobre, ela precisa lidar com segredos de família e escândalos. Direção de Thierry Klifa. 'Ruas da Glória' Felipe Sholl destaca o Rio de Janeiro da vida boêmia nos bares e boates, da prática da prostituição nas ruas e do sopro revigorante da praia. As imagens de alguns desses espaços são, de certo modo, documentadas pelos próprios personagens. Já o público tem acesso mais amplo a uma cidade noturna, repleta de corpos que oscilam entre os extremos de prazer e sofrimento. Bonequinho olha: leia a crítica completa. ‘A última ceia’ Produção americana de Mauro Borrelli que reconstrói os dias que antecederam a crucificação de Jesus Cristo, interpretado por Jamie Ward. ‘Verdade & traição’ Durante a Segunda Guerra Mundial, o adolescente Helmuth (Ewan Horrocks), de 16 anos, forma um grupo de resistência com dois amigos após ver um colega judeu ser preso pelos nazistas. Os três acabam julgados na mais alta corte da Alemanha nazista. Pré-estreia ‘Drama’. O esperado filme com Robert Pattinson e Zendaya tem sessões de pré-estreia em grande circuito no feriadão — e entra oficialmente em cartaz semana que vem. No longa digirido por Kristoffer Borgli, os atores vivem um casal às vésperas do casamento que têm o relacionamento posto à prova quando um segredo do passado dela é revelado. Relançamento ‘Ben-Hur’. Um dos mais importantes filmes da história do cinema, o épico de William Wyler de 1959 volta às telas na Páscoa. Na trama, um mercador judeu de Jerusalém é traído pelo amigo de infância, agora chefe das legiões romanas, e condenado à escravidão, até encontrar a chance de se vingar. Vencedor de 11 Oscars, incluindo o de Melhor Filme. Cena do filme "Ben-Hur" (1959) Divulgação Initial plugin text Extra Mostra 'Darín'. O premiado e celebrado ator argentino Ricardo Darín vai ter parte da sua filmografia apresentada na mostra “Darín”, a partir de quarta, nos cinemas Estação Net Gávea e Estação Net Rio. Integram a programação “Relatos selvagens” e o vencedor do Oscar de melhor filme internacional “O segredo dos seus olhos”. R$ 17 (há pacotes promocionais). Estação Net Gávea e Estação Net Rio. Até 8 de abril. Open Air Brasil. Festival ao ar livre volta ao Jockey depois de três anos com a maior tela do mundo e programação de 17 filmes, entre vencedores do Oscar 2026, clássicos e infantis. Shows e festas encerram a noite; nas matinês, há área gastronômica e recreação para crianças. O ingresso inclui pipoca. Sem lugares marcados, o público escolhe entre espreguiçadeiras e arquibancadas. Nesta semana: "Kill Bill: the whole bloody affair" (qua,às 20h, com 4h35 de duração + 15 minutos de intervalo); "A noiva!" (qui, às 20h); "Zootopia 2" (sex, às 18h); "Marty Supreme" (sex, às 21h30.; "DPA 4 — o fantástico reino de Ondion" (sex, às 18h); "O morro dos ventos uivantes" (sáb, às 22h05) "Wicked — parte 2" (dom, às 20h). Jockey Club, Gávea. R$ 90 por sessão, via Sympla. A programação completa está disponível no site do Open Air. Até 11 de abril. Open Air de volta ao Jockey Guito Moreto/Agência O Globo Initial plugin text Filmes que seguem em cartaz 'O agente secreto' Novo filme do diretor Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner Moura — ambos premiados em Cannes —, e forte candidato a indicações ao Oscar. O thriller sobre um professor que foge de São Paulo para Pernambuco trata de preservação da memória, busca pela verdade e a vida sob paranoia e opressão, temas que se conectam a obras anteriores do diretor. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica. Wagner Moura em 'O agente secreto' Divulgação ‘Aisha não pode voar' Nesta produção que reúne sete países, uma cuidadora sudanesa, Aisha, testemunha o submundo da sociedade migrante no Cairo e a tensão entre gangues egípcias. Dirigido por Morad Mostafa, estrelado por Achai Ayom. ‘Cara de um, focinho de outro’ Na nova animação da Disney, uma jovem amante dos animais transfere sua consciência para um castor robótico. Infiltrada no mundo animal, ela se une aos bichos para uma aventura inesperada. Na versão brasileira, conta com dublagem de Renata Sorrah. Dirigido por Daniel Chong. ‘Casamento sangrento: A viúva’ Na sequência da comédia de terror de 2019, a atriz Samara Weaving (“Pânico”) interpreta Grace, uma noiva que sobreviveu a um mortal jogo de esconde-esconde e agora se vê novamente envolvida em um ritual macabro, enfrentando forças sobrenaturais em uma nova e ainda mais perigosa rodada do jogo. Dirigido por Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett. 'Crepúsculo' A saga adolescente vampiresca de Bella, Edward e Jacob volta aos cinemas para comemorar 20 anos do lançamento dos livros de Stephenie Meyer, que deram origem aos filmes. ‘(Des)controle’ Carolina Dieckmann interpreta Kátia Klein, uma escritora bem-sucedida que vê a vida sair do eixo diante das pressões da carreira, do casamento, dos filhos e dos pais. Sóbria há 15 anos e em busca de alívio, passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total. Dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, com Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache e Daniel Filho no elenco. 'Devoradores de estrelas' Histórias envolvendo heróis relutantes enviados ao espaço sideral para salvar o planeta de uma ameaça misteriosa têm se provado uma das fontes de diversão mais confiáveis do cinema moderno. Além de inspirado em um best-seller, “Devoradores de estrelas” conta com o aval de astros consagrados, como Ryan Gosling (“Barbie”) e Sandra Hüller (“Anatomia de uma queda”, “Zona de interesse”). O azar do novo filme da dupla Christopher Miller e Phil Lord (a mesma de “Uma aventura Lego”, de 2014) foi transformar o livro homônimo de Andy Weir (o mesmo de “Perdido em Marte”) em argumento para um entretenimento “para toda a família”, o que, em geral, serve de desculpa para uma trama tímida, sentimental e sem imaginação. Bonequinho olha: leia a crítica. 'Devoradores de estrelas', ficção científica com Ryan Gosling Divulgação 'O diário da Pilar na Amazônia' Baseado na série de livros infantis de Flávia Lins e Silva, o filme acompanha Pilar (Lina Flor), uma menina que viaja para a Amazônia com uma rede mágica herdada pelo avô e se junta à ribeirinha Maiara e a seres folclóricos para ajudar a comunidade e impedir o desmatamento. Com direção de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. ‘Eles vão te matar’ Neste terror, uma jovem aceita um emprego em um arranha-céu em Nova York, mas logo se vê lutando para sobreviver a um culto demoníaco que quer transformá-la em seu próximo sacrifício. Com direção de Kirill Sokolov e Patricia Arquette, Zazie Beetz e Tom Felton no elenco. ‘A empregada’ A história apresenta Millie (Sidney Sweeney), que, tentando fugir do passado misterioso, aceita ser empregada na casa dos ricos Nina (Amanda Seyfried) e Andrew (Brandon Sklenar). O que começa como o emprego dos sonhos logo se transforma num jogo sexy e sedutor de segredos envolvendo o trio. Bonequinho olha: leia a crítica completa. 'A graça' O diretor italiano Paolo Sorrentino não é chegado ao minimalismo. Mas a margem de erro é mínima ao lado de Toni Servillo, um dos grandes atores da atualidade. Juntos, pela sétima vez em “A graça”, criador (também roteirista) e criatura (Prêmio Volpi de Melhor Ator no Festival de Veneza 2025) unem forças em obra primorosa. Afinal, o que se passa na cabeça de um presidente a seis meses da aposentadoria? Armar novas alianças, tecer intrigas, derrubar uns e outros? Ficar no poder, custe o que custar? Não, nada disso. Mariano de Santis, o presidente italiano fictício, pensa. Delibera. E cultiva a ambição de chegar a um acordo consigo mesmo, fiel à Justiça, à Ética, aos filhos. Bonequinho aplaude: leia a crítica. 'A graça', de Paolo Sorrentino Divulgação 'Hamnet: A vida antes de Hamlet' O filme de Chloé Zhao é, em suma, sobre a gênese e o poder da criação artística. A trama se passa no fim do século XVI, mostrando o início da vida familiar dos Shakespeare: William (interpretado por Paul Mescal), Agnes (Jessie Buckley) e os gêmeos Hamnet (Jacobi Jupe) e Judith (Olivia Lynes). Agnes tem um papel maior na história porque fica longos períodos em casa com as crianças, enquanto o marido vai frequentemente a Londres para se tornar o dramaturgo mais famoso de todos os tempos. Até que Hamnet adoece e morre, deixando uma profunda dor na mãe. É nesse período de luto que a excepcional interpretação de Jessie Buckley mais se destaca, passando de uma mulher alegre para alguém desesperada por um pesar aparentemente insolúvel. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica. Paul Mescal em cena de "Hamnet: A vida antes de Hamlet" Divulgação ‘A incrível Eleanor’ Dirigido por Scarlett Johansson e estrelado por June Squibb, atriz indicada ao Oscar por “Nebraska”. Aos 90 anos, Eleanor se muda para Nova York para recomeçar e inicia uma amizade improvável com uma jovem de 19. 'A mensageira' Em “A mensageira”, filme do argentino Iván Fund que ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Berlim de 2025, tem-se a sensação de que a qualquer momento haverá uma reviravolta envolvendo o trio de protagonistas. A narrativa lenta, a fotografia em preto e branco e a trilha sonora instrumental sugerem uma permanente melancolia. Há tempo de sobra, em longos 90 minutos, para buscar pistas nos detalhes e tentar achar a poesia ausente. Bonequinho olha: leia a crítica. ‘Missão refúgio’ Jason Statham estrela este thriller de ação como um ex-assassino de aluguel que se refugia em uma ilha remota para tentar mudar de vida. Tudo muda quando ele salva uma menina durante uma tempestade, colocando os dois na mira de inimigos. Direção de Ric Roman Waugh, com Naomi Ackie e Bill Nighy no elenco. 'Narciso' Mais de 25 anos depois de lançar o manifesto “Gênese do cinema negro brasileiro” (apelidado de “Dogma feijoada”) quando ainda era estudante de cinema na USP, o diretor e roteirista Jeferson De lembra, com “Narciso”, que estamos em outro momento dessa discussão. Uma participação muito maior — embora ainda não paritária — de negros na produção audiovisual sustenta, por sua vez, uma saudável diversidade estética, incluindo obras que propõem abordagens poéticas do racismo estrutural, como esta. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. 'Nuremberg' O julgamento mais emblemático do século XX foi transformado num teatro hollywoodiano digno de Sessão da Tarde. E nada contra histórias sérias com roupagem pop. Mas a pergunta básica que um crítico sempre se faz é se o tema de um filme se encaixa no estilo. É aí que “Nuremberg” derrapa. Há um descompasso entre a atuação de [Rami] Malek e a de [Russell] Crowe. O primeiro está sempre um tom acima, com expressões exageradas e muitos trejeitos, tudo isso amplificado por uma direção que pesa a mão na montagem e nos efeitos sonoros. Bonequinho dorme: leia a crítica completa. 'Nuremberg', com Rami Malek e Russell Crowe Divulgação ‘O olhar misterioso do flamingo’ No deserto chileno, em meados da década de 1980, uma menina de 11 anos (Tamara Cortés) cresce em uma família queer. Quando uma doença misteriosa começa a se espalhar e surgem rumores de que homossexuais a transmitiriam com um simples olhar, a pequena Lidia parte em busca da verdade. Do diretor Diego Céspedes. ‘Pânico 7’ O icônico vilão Ghostface ressurge para assombrar a vida de Sidney Prescott (Neve Campbell) novamente, quando sua filha se torna alvo do assassino. No elenco, outros atores do filme original, como Courteney Cox e David Arquette. Dirigido por Kevin Williamson. 'Sirât' O cinema do incômodo, que instala pedras no sapato do espectador, tem o austríaco Michael Haneke (“Amor”) e o dinamarquês Lars von Trier (“Dançando no escuro”) como dois de seus principais representantes. A linhagem mantém-se viva com o franco-espanhol Olivier Laxe e seu “Sirât”, que recebeu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes e duas indicações ao Oscar (filme internacional, na disputa com “O agente secreto”, e som). Prepare-se para uma sessão tensa e violenta que pode deixar um gosto amargo de desilusão na saída. Bonequinho aplaude: leia a crítica completa. "Sirât" é representante espanhol para o Oscar de melhor filme estrangeiro Divulgação Initial plugin text ‘Super Mario Galaxy: o filme’ Depois de salvar o mundo, Mario e seus amigos precisam juntar forças novamente para combater Wario e Bowser Jr. Direção de Aaron Horvat e Michael Jelenic. 'Uma batalha após a outra' PTA, como é chamado pelos colegas, apresenta uma combinação distópica de ação, drama, comédia e western para ilustrar a atual política interna americana, de uma maneira em que o espectador é seduzido pela relação conturbada entre pais e filha. Com sua escolha, o realizador consegue agradar a diferentes tipos de espectador, entregando um longa divertido, reflexivo e cheio de qualidades. Bonequinho aplaude de pé: leia a crítica completa. Sean Penn em cena de 'Uma batalha após a outra' Divulgação ‘Uma segunda chance’ Na nova adaptação da obra de Colleen Hoover, uma mulher (Maika Monroe) retorna à cidade natal após passar sete anos presa, determinada a reconstruir a própria vida e se reaproximar da filha pequena. Dirigido por Vanessa Caswill. 'Valor sentimental' A premissa do longa-metragem do diretor norueguês Joachim Trier, um dos filmes mais celebrados do ano, é usar o cinema como metáfora para uma relação familiar. Os protagonistas são Nora (vivida pela sempre talentosa Renate Reinsve), atriz que convive com frustrações pessoais e profissionais; e Gustav (o também brilhante Stellan Skarsgård), um cineasta de sucesso internacional que se prepara para fazer um novo filme. Nesse caso, não é exatamente um filme qualquer: fica muito evidente logo para os espectadores que Gustav quer usar o cinema para enfrentar seus fantasmas do passado e se entender com Nora. Bonequinho olha: leia a crítica. 'Velhos bandidos' O investimento num elenco formado majoritariamente por artistas idosos é louvável. Em “Velhos bandidos”, filme de Claudio Torres, Fernanda Montenegro e Ary Fontoura interpretam Marta e Rodolfo, casal envolvido num roubo a banco. Dividem o protagonismo com Vladimir Brichta e Bruna Marquezine, que fazem uma dupla de assaltantes, Sid e Nancy. As ótimas intenções, porém, superam o resultado devido à fragilidade do roteiro (de Torres, Fabio Mendes e Renan Flumian). Apesar das restrições, retoma a parceria entre Fernanda Montenegro e Claudio Torres, mãe e filho artisticamente unidos pelo cinema. Bonequinho olha: leia a crítica. Fernanda Montenegro, Vladimir Brichta, Bruna Marquezine e Ary Fontoura em cena de "Velhos bandidos", de Claudio Torres Divulgação ‘O velho Fusca’ Produção nacional estrelada por Danton Mello, Cleo Pires, Christian Malheiros e Tonico Pereira, com direção de Emiliano Ruschel. Um jovem faz um acordo com o avô durão para herdar seu Fusca, mas, para isso, terá que driblar uma briga que divide a família. ‘Vingadora’ Nesta ação, a atriz Milla Jovovich (“Resident Evil”) interpreta uma ex-militar heroína de guerra que parte em uma caçada de vingança quando sua filha é sequestrada por criminosos perigosos. Dirigido por Adrian Grunberg (“Rambo: Até o fim”). Initial plugin text

Go to News Site