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O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou nesta sexta-feira (3), em referência ao candidato ao Palácio do Planalto pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, que "quem defende ditadura não devia nem ser candidato". A declaração foi dada durante café da manhã com jornalistas. Alcimin apresenta um balanço do período à frente da pasta. Ele está se desincompatibilizando do cargo de ministro para concorrer na chapa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. Questionado sobre algumas pesquisas que apontam o candidato da oposição à frente de Lula, Alckmin respondeu que "pesquisa é momento". "O que vai valer mesmo é depois que começa a campanha eleitoral. Vai poder comparar governos. Democracia, nós salvamos a democracia, versus ditadura, autoritarismo. Quem defende ditadura não devia nem ser candidato. Se não acreditar no povo, porque disputar", questionou Alckmin. Sobre a pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência, pelo PSD, Alckmin afirmou que é natural, em um país como o Brasil, que possui dezenas de partidos políticos, ter vários candidatos. "Diferente de outros países, que tem cinco ou sei partidos, temos mais de 30. É natural que tenha mais candidatos, não vejo problema nisso. É natural que no futuro venhamos reduzindo o numero de partidos. Há um multipartidarismo exaterado, com a clausula de barreira, ir limitando um pouco o numero de partidos. Dificulta a governabilidade, tem de ter menos partidos", concluiu o vice-presidente.
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