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Luizianne Lins deixa o PT após 37 anos de partido e anuncia filiação à Rede Sustentabilidade | Collector
Luizianne Lins deixa o PT após 37 anos de partido e anuncia filiação à Rede Sustentabilidade
Jornal O Globo

Luizianne Lins deixa o PT após 37 anos de partido e anuncia filiação à Rede Sustentabilidade

A deputada federal Luizianne Lins deixou o PT após 37 anos de militância no partido e decidiu se filiar à Rede Sustentabilidade. A migração para a nova sigla foi anunciada por ela nas redes sociais nesta quinta-feira. A mudança aconteceu após uma série de desgastes com lideranças petistas no estado, principalmente desde as eleições municipais de 2024. 'Quem defende ditadura não deveria ser candidato': Alckmin defende comparação entre Lula e Bolsonaro como estratégia de campanha Veja placar: Messias amplia apoio, mas ainda não tem votos para indicação ser aprovada em comissão do Senado "Depois de uma trajetória longa, leal e marcada por lutas e conquistas no PT, ela dá um novo passo, guiada pela coragem, pela coerência e pelo compromisso com o povo", diz a legenda do post em que anunciou a troca partidária. Pelo antigo partido, ela foi vereadora, prefeita de Fortaleza (CE), deputada estadual e deputada federal. A parlamentar, no entanto, passou a ter divergências com o diretório petista no Ceará após colocar o nome à disposição do partido para disputar a prefeitura da capital do estado em 2024. O escolhido pela sigla para concorrer ao cargo, no entanto, foi o então presidente da Assembleia Legislativa, Evandro Leitão, que havia migrado do PDT para o PT em 2023 e tinha apoio do ministro da Educação, Camilo Santana. Durante a campanha, a Luizianne chegou a relatar que havia sido barrada de subir no palco durante uma agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Fortaleza. Ao final da disputa, Leitão foi eleito depois de ir ao segundo turno contra o deputado federal André Fernandes (PL-CE), candidato apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Também nesta quinta-feira, Camilo Santana deixou o comando do MEC para reforçar a campanha à reeleição do governadorcearense Elmano de Freitas (PT). Internamente, Camilo é visto como plano B do partido no estado se houver risco do ex-governador Ciro Gomes (PSDB) derrotar o PT no estado. Camilo já foi governador do Ceará por dois mandatos e, em 2022, foi eleito senador. No lugar de Santana, o presidente Lula nomeou Leonardo Barchini, servidor federal da carreira como analista em Ciência e Tecnologia sênior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), uma autarquia do MEC. Além de ser considerado um nome de confiança de Camilo, ele também é próximo do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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