Jornal Económico
A petição - assinada pelo próprio Carlos São Vicente, ainda hospitalizado, a 21 de março e entregue três dias depois na Procuradoria-Geral da República, no Ministério do Interior e no Tribunal Constitucional - é dirigida às altas instâncias do Estado angolano, incluindo o Presidente da República e o ministro da Justiça, e alerta para um "risco sério e imediato" para a vida do empresário, detido desde 22 de setembro de 2020.
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