Revista Oeste
A Advocacia-Geral da União (AGU) interrompeu o pagamento de salários e valores adicionais de Alessandro Stefanutto, ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A decisão inclui honorários advocatícios e verbas indenizatórias. + Leia mais notícias de Política em Oeste O corte começou a valer na folha de fevereiro. A medida tem efeito retroativo a 13 de novembro, data em que o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou a prisão preventiva do servidor. Antes da suspensão, Stefanutto recebia cerca de R$ 32,4 mil como procurador federal. O total mensal crescia com adicionais. Dados do Portal da Transparência mostram pagamentos extras relevantes. Em novembro, mês da prisão, ele recebeu R$ 33,4 mil em honorários. No mês seguinte, o valor adicional superou R$ 21 mil. Já em janeiro, passou de R$ 17 mil. União cobra ressarcimento Órgãos internos da AGU avaliaram que a ausência ao trabalho, em razão da prisão, impede o pagamento de remuneração. Com isso, o governo iniciou procedimentos para recuperar valores pagos entre novembro e o fim de janeiro. A cobrança inclui salários e bônus depositados nesse período. https://www.youtube.com/watch?v=7Yy4JhVOW6E Stefanutto deixou a presidência do INSS em abril de 2025. A saída ocorreu com o avanço das investigações sobre um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. Antes disso, ele prestou depoimento à comissão parlamentar que apurou o caso. A sessão teve confrontos verbais. O ex-dirigente afirmou que adotou medidas durante sua gestão, mas disse que nem todas atenderam às expectativas dos órgãos de controle. Leia também: "OAB pede a Moraes bloqueio de dados de Wassef em novo inquérito" O post AGU corta salário de R$ 32 mil e honorários de ex-presidente do INSS preso apareceu primeiro em Revista Oeste .
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