Folha de S.Paulo
Neymar Jr. é o nosso eterno caso de estudo sobre como o talento nos pés pode ser inversamente proporcional à noção na ponta da língua. O "menino" de trinta e tantos anos, que ainda vive sob a redoma de uma indulgência messiânica, conseguiu mais uma proeza: transformar uma reclamação banal de arbitragem num tratado internacional sobre a anatomia do machismo brasileiro. Leia mais (04/03/2026 - 16h17)
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