Folha de S.Paulo
O problema de vivermos mergulhados há tantos séculos numa cultura nominalmente cristã é o mesmo que afeta o peixe incapaz de perceber que há água ao seu redor. Perdemos contato com a estranheza e o espanto primevos de narrativas como as que falam da ressurreição de Jesus . Gostaria, portanto, de explicar como é esquisita a mais antiga dessas histórias, presente no Evangelho de Marcos. Leia mais (04/04/2026 - 07h00)
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