CNN Portugal
ENTREVISTA || Martim Sousa Tavares mostra como a música é feita de tempos. De tempos que rejeitam a pressa. “As pessoas têm de perceber que têm muito mais a ganhar se não desejarem ter tudo numa versão de cinco minutos”. De contrates de tempos. “Os piores públicos na música clássica não são os jovens, são os velhos. São os velhos que tossem, que dormem nos concertos”. De novos tempos. “A música de inteligência artificial não é menos má do que 90% da música pop, que é uma verdadeira lixeira”. E das coisas que só a passagem do tempo permite confirmar. “Daqui a 100 anos saberemos quem eram os génios que, em 2026, andavam no meio de nós”
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