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Homem é assassinado após permitir entrada de suspeitos; corpo foi queimado dentro de apartamento nos EUA | Collector
Homem é assassinado após permitir entrada de suspeitos; corpo foi queimado dentro de apartamento nos EUA
Jornal O Globo

Homem é assassinado após permitir entrada de suspeitos; corpo foi queimado dentro de apartamento nos EUA

Um homem de 40 anos foi morto dentro do próprio apartamento em Washington D.C., em um crime que, segundo autoridades, envolveu agressões, estrangulamento e tentativa de ocultação por meio de incêndio. Dois suspeitos foram formalmente acusados de homicídio em primeiro grau na quinta-feira (3). De acordo com a promotoria federal, Rico Barnes, de 36 anos, e Alphonso Walker, de 39, são apontados como responsáveis pela morte de Syed Hammad Hussain, ocorrida em 11 de fevereiro em um imóvel avaliado em cerca de US$ 480 mil, na região próxima ao Logan Circle. Ataque dentro de casa Imagens de segurança mostram a vítima entrando no prédio durante a madrugada, seguida pelos dois suspeitos. A polícia afirma que Hussain teria permitido a entrada dos homens, possivelmente sem desconfiar da situação. O corpo foi encontrado horas depois, com sinais de violência intensa. Segundo laudos, a morte foi causada por traumatismo e estrangulamento. As autoridades também identificaram queimaduras no corpo, mas indicaram que elas ocorreram após o óbito. O apartamento apresentava sinais de incêndio e havia sido revirado. Objetos pessoais, como eletrônicos e documentos, desapareceram. Investigação e prisão A investigação avançou a partir de imagens e rastreamento de celular, que ajudaram a localizar os suspeitos. Um dos acusados utilizava tornozeleira eletrônica, o que reforçou sua presença no local do crime, segundo os autos. Relatos obtidos pela polícia indicam que os dois homens teriam confessado o roubo a um conhecido, mencionando que invadiram o imóvel, amarraram a vítima e a agrediram repetidamente. Walker já estava sob custódia por outros crimes, enquanto Barnes aguarda audiência marcada para maio. O caso segue em andamento na Justiça do Distrito de Columbia.

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