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Meryl Streep revela as verdadeiras inspirações por trás de Miranda Priestly, de "O Diabo Veste Prada" | Collector
Meryl Streep revela as verdadeiras inspirações por trás de Miranda Priestly, de
Vogue Brasil

Meryl Streep revela as verdadeiras inspirações por trás de Miranda Priestly, de "O Diabo Veste Prada"

Durante sua participação no programa The Late Show with Stephen Colbert na última quarta-feira (01.04), Meryl Streep finalmente esclareceu a origem da gélida e imponente Miranda Priestly. Ao contrário do que os fãs especularam por duas décadas, a inspiração não veio de Anna Wintour, mas sim de uma inusitada combinação masculina: os diretores Mike Nichols e Clint Eastwood. O "DNA" de Miranda Priestly A vencedora do Oscar detalhou como fundiu as personalidades dos dois cineastas para criar a aura de autoridade da editora da revista Runway. “Basicamente, eu estava imitando o Mike Nichols o tempo todo”, revelou Streep. “Se o Mike Nichols e o Clint Eastwood tivessem um filho… seria a Miranda Priestly.” Segundo a atriz, de Nichols ela extraiu o controle absoluto do ambiente de trabalho mesclado a um sarcasmo refinado. “O domínio no set. E o Mike fazia isso com um humor meio astuto”, explicou. “As pessoas interpretam como maldade, mas é engraçado. Eu acho engraçado.” Já de Eastwood, Meryl buscou a autoridade silenciosa que aterrorizava os subordinados no filme. "Clint nunca levantava a voz", disse ela. "Ele dava as instruções e as pessoas tinham que se inclinar para a frente para ouvi-lo." Enquanto Eastwood nunca soube da homenagem silenciosa, Nichols, que dirigiu Meryl em clássicos como Silkwood e Angels in America, foi informado pela própria amiga: "Contei para o Mike, e ele ficou encantado". A aparição de Streep também foi um deleite para os amantes da moda. A atriz usou um suéter azul-celeste — uma referência direta ao icônico monólogo sobre a cor "cerúleo" no filme original. A peça foi um modelo exclusivo assinado por Olympia Gayot para a J.Crew. “Meryl torna tudo icônico. Nós apenas garantimos que este azul-celeste estivesse à altura”, afirmou Gayot em comunicado à revista PEOPLE. A revelação acontece em um momento estratégico: a crescente expectativa para "O Diabo Veste Prada 2", que tem estreia prevista para 1º de maio. Refletindo sobre a evolução da indústria desde 2006, Streep criticou o antigo rótulo de "filme para mulheres", que costumava limitar os orçamentos das produções. “Essa designação não envelheceu bem”, pontuou a artista, citando o sucesso de Barbie e Mamma Mia! como provas de que o público quer ver histórias com mulheres no centro. Comparando o orçamento restrito do primeiro longa com a sequência atual, a atriz foi direta sobre a mudança de patamar: “Conversei com Greta [Gerwig] sobre isso. Isso foi um pouco verdade com Barbie, em comparação com o que eles gastam em outros filmes”, disse ela. “Neste, querida, eles gastaram dinheiro de verdade.”

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