Renascença
Quando tinha nove anos, Peter Magyar colou uma fotografia de Orbán na parede do seu quarto. Três décadas depois, Magyar lidera as sondagens para as eleições húngaras de 12 de abril e pode pôr fim a 16 anos de poder ininterrupto do seu antigo herói. O resultado vai além da Hungria: é um teste ao modelo iliberal que Orbán exportou para a Europa.
Go to News Site