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Quem fala mal do Pix 'tem interesses que não são os da população brasileira', diz diretor do BC | Collector
Quem fala mal do Pix 'tem interesses que não são os da população brasileira', diz diretor do BC
Jornal O Globo

Quem fala mal do Pix 'tem interesses que não são os da população brasileira', diz diretor do BC

Quem fala mal do Pix “tem interesses que não são os da população brasileira”, afirmou Paulo Picchetti, diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos do Banco Central (BC), ao responder um questionamento de jornalistas após dar uma palestra na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio. Míriam Leitão: O estranho caso da pressão americana sobre o Pix e a concessão que não será feita pelo Brasil Petrobras: Governo indica Guilherme Mello para presidência de Conselho de Administração O Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central (BC), tem sido citado no conjunto das investigações comerciais abertas nos Estados Unidos contra o Brasil pelo governo de Donald Trump por supostas práticas prejudiciais a empresas americanas. Na visão das autoridades americanas, o sistema de pagamentos ofereceria concorrência desleal com a prestação de serviços de pagamentos por multinacionais americanas. O Pix, que é gratuito e se tornou o principal meio de pagamentos e de transferência de recursos dos brasileiros, foi defendido pelo presidente Lula diante de novas menções a ele em um relatório comercial da Casa Branca. 'Real digital' Na apresentação, Picchetti tratou da evolução das moedas digitais e do cronograma de criação do Drex, o “real digital”, projeto no qual trabalha atualmente o BC. Moedas digitais, como o Drex, usam a tecnologia de blockchain, desenvolvida pelos criadores da criptomoeda Bitcoin. Em evento na FGV: Galípolo defende 'cautela' na política monetária e Arminio questiona desequilíbrio das contas públicas Após a palestra, o diretor do BC foi questionado sobre quais os principais desafios para colocar de pé o projeto do Drex. Picchetti respondeu: – No fundo, há uma grande questão de conciliar a privacidade com escalabilidade. Não tem uma solução no mundo ainda para isso, e é óbvio que temos que ter as duas, porque, se a gente imagina o Drex reproduzir o sucesso do Pix, vamos ter milhões de transações por dia, e a coisa tem que funcionar como o Pix funciona.

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