Jornal O Globo
O choque energético provocado pelo conflito no Oriente Médio pegou a China, maior compradora de petróleo do mundo, de surpresa. Ainda assim, o país vinha se antecipando a uma crise desse tipo. Nos últimos anos, acumulou reservas crescentes de petróleo, investiu de forma agressiva em fontes renováveis — como solar, eólica e hidrelétrica — e passou a utilizar tecnologia para reduzir a dependência de matérias-primas importadas que abastecem sua vasta produção industrial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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