Revista Oeste
A morte de Ali Yusuf Harshi, sobrinho e secretário particular de Naim Qassem, líder do Hezbollah, foi anunciada pelas Forças de Defesa de Israel. O caso ocorreu depois de ataques realizados na quarta-feira 8, em Beirute, no Líbano. Segundo comunicado divulgado pelos militares israelenses, Harshi atuava como conselheiro próximo e era peça central na administração e segurança do gabinete de Qassem. + Leia mais notícias de Mundo em Oeste Os bombardeios de Isael no Líbano aumentam a tensão sobre o acordo mediado entre Estados Unidos e Irã. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, chegou a declarar que o Líbano estava incluso no pacto, porém o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, negou a participação do país árabe na trégua. Escalada da violência e impacto na região de Israel Bandeira da organização terrorista conhecida como Hezbollah | Ilustração: Fly Of Swallow Studio/Shutterstock Pelo menos 254 pessoas morreram e mais de 1,1 mil ficaram feridas nos ataques conduzidos por Israel na quarta-feira 8. Beirute foi a cidade mais atingida. Logo depois das ofensivas, o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz, de modo a intensificar o clima de instabilidade na região. Durante a madrugada desta quinta-feira, 9, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que todas as forças dos Estados Unidos continuarão posicionadas até que o Irã cumpra integralmente o chamado “acordo verdadeiro”. Leia também: "Otan: o preço da liberdade e o teste da coragem" , artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 316 da Revista Oeste “Se, por algum motivo, isso não acontecer, o que é altamente improvável, então o ‘tiroteio’ começará, maior, melhor e mais forte do que qualquer um jamais viu”, afirmou Trump em sua rede social, Truth Social. https://www.youtube.com/watch?v=chcCDTv_C9A O post Israel reivindica morte de aliado do Hezbollah em ataque no Líbano apareceu primeiro em Revista Oeste .
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