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Trump diz que Irã faz 'um trabalho muito ruim' ao limitar passagem de navios no Estreito de Ormuz: 'Não é o acordo que temos' | Collector
Trump diz que Irã faz 'um trabalho muito ruim' ao limitar passagem de navios no Estreito de Ormuz: 'Não é o acordo que temos'
Jornal O Globo

Trump diz que Irã faz 'um trabalho muito ruim' ao limitar passagem de navios no Estreito de Ormuz: 'Não é o acordo que temos'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o Irã pela condução da situação no Estreito de Ormuz, afirmou que o país está "fazendo um trabalho muito ruim" ao limitar passagem de navios e declarou que "esse não é o acordo", em meio a tensões que envolvem o tráfego marítimo e o cessar-fogo na região. Recuo: por ataques de Israel no Líbano, Irã suspende trânsito de petroleiros em Ormuz após permitir passagem de dois navios Negociação: Trump afirma que Líbano não faz parte de cessar-fogo com o Irã, enquanto Paquistão diz que violações afetam processo de paz Cessar-fogo no Irã: o que se sabe e quais os próximos passos para a reabertura do Estreito de Ormuz e um acordo de paz? Segundo a rede BBC, Trump mencionou relatos de cobrança a embarcações que cruzam a rota estratégica: "Há relatos de que o Irã está cobrando taxas de petroleiros que passam pelo Estreito de Ormuz". Em seguida, fez um alerta direto: "é melhor parar agora". "O Irã está fazendo um trabalho muito ruim, desonroso, alguns diriam, em sua liberação da passagem do petróleo pelo Estreito de Ormuz. Isso não é o acordo que temos!", publicou o presidente americano. O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas energéticas do mundo, por onde passam cerca de 20% do petróleo global, além de volumes significativos de gás natural liquefeito. A situação também mobilizou aliados. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, discutiu o tema com Trump. Os dois teriam tratado da necessidade "de um plano prático para fazer o transporte marítimo voltar a fluir". Apesar da escalada de tensões, o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã segue em vigor, embora cercado de incertezas. Conflito persiste no Líbano No terreno, o cenário permanece instável. No Líbano, não há cessar-fogo, e o Exército israelense continua ocupando grande parte do sul do país. Autoridades locais relatam que uma onda de ataques ocorrida na quarta-feira deixou mais de 300 mortos e mil feridos. Mesmo após esses episódios, novos ataques entre Israel e Hezbollah foram registrados durante a noite. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reforçou a posição do governo ao afirmar que "não há cessar-fogo no Líbano". A declaração ocorreu horas depois de ele indicar que pretende iniciar negociações diretas com o governo libanês. Em paralelo, há relatos de que uma base da guarda nacional no Kuwait foi atacada por drones, em um episódio cuja autoria não foi identificada.

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