Revista Oeste
O YouTube anunciou, nesta sexta-feira, 10, um aumento nos preços das assinaturas dos planos Premium e Music nos Estados Unidos. Esse é o primeiro reajuste em três anos. Os aumentos chegam a até US$ 4 e passam a valer a partir do próximo ciclo de faturamento dos usuários. A empresa pertence à Alphabet , que também controla os serviços do Google. O plano individual do YouTube Premium sobe de US$ 13,99 para US$ 15,99 mensais. Já o plano familiar passa de US$ 22,99 para US$ 26,99, com acréscimo de US$ 4. No YouTube Music, o plano individual aumenta de US$ 10,99 para US$ 11,99. O plano familiar passa de US$ 16,99 para US$ 18,99 por mês. O Premium Lite, plano mais barato da plataforma, também sofre reajuste. O valor sobe US$ 1 e passa a custar US$ 8,99 mensais. Estratégia acompanha mercado de streaming Em comunicado, a empresa afirmou que o reajuste busca manter a qualidade do serviço e sustentar a remuneração de criadores. “Estamos atualizando o preço dos planos do YouTube Premium nos EUA pela primeira vez desde 2023 para continuar oferecendo uma experiência de alta qualidade que apoia criadores e artistas no YouTube", afirmou o porta-voz da Alphabet. "Essa mudança nos permite manter os recursos que nossos membros mais valorizam: visualização sem anúncios, reprodução em segundo plano e uma enorme biblioteca com mais de 300 milhões de faixas no YouTube Music.” O YouTube Premium surgiu em 2018, como evolução do YouTube Red, lançado em 2015. O reajuste ocorre em meio a uma tendência de alta de preços em serviços de streaming , como Spotify, Netflix e Disney+. Brasil mantém valores inalterados No Brasil, não há mudança anunciada até o momento. Os preços seguem os mesmos desde 2025. No Brasil, o YouTube oferece planos a partir de R$ 16,90. O plano individual custa R$ 26,90 mensais | Foto: Reprodução/YouTube Até agora, a empresa não informou se o reajuste nos Estados Unidos poderá atingir outros mercados. +Leia mais notícias de Tecnologia em Oeste O post YouTube eleva preços de planos Premium e Music nos EUA apareceu primeiro em Revista Oeste .
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