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STM decreta prisão preventiva de soldado do Exército que matou colega em condomínio de oficiais em São Paulo
Jornal O Globo

STM decreta prisão preventiva de soldado do Exército que matou colega em condomínio de oficiais em São Paulo

O Superior Tribunal Militar (STM) decretou nesta sexta-feira a prisão preventiva de um soldado do Exército acusado de matar a tiros o colega de farda Antonio Henrique dos Santos Souza dois dias antes. A decisão foi tomada pelo juiz Vitor De Luca durante audiência de custódia. O caso ocorreu durante o primeiro serviço armado dos novos recrutas do 8º Batalhão de Polícia da Força Armada, menos de dois meses após o ingresso na corporação. Crimes em 1 mês: Investigado por duas tentativas de homicídio em Santa Cecília (SC) é preso pela Polícia Civil Investigação: Suspeito de homicídio de piloto de banana boat é preso no ES; vítima reclamou sobre uso de drogas em frente a sua casa O disparo de uma pistola de 9 milímetros, que atingiu o tórax de Souza enquanto ele estava deitado na cama. O crime ocorreu na área de guarda instalada no alojamento de um condomínio residencial de oficiais na região do Ibirapuera, localizada na zona Sul de São Paulo. O soldado Antonio Henrique dos Santos Sousa morreu na quarta-feira Reprodução / 8º Batalhão de Polícia do Exército Testemunhas relataram que o tiro ocorreu enquanto o militar manuseava a arma de forma inadequada, em tom de brincadeira. Os depoimentos também apontam que o soldado havia sido advertido por colegas horas antes após apontar o armamento para outro militar. Segundo a investigação, o militar acusado de efetuar o disparo tentou prestar os primeiros socorros na vítima. Outros integrantes da equipe de serviço também auxiliaram no atendimento até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O suspeito foi preso em flagrante por outros militares ainda no local. Segundo o STM, a prisão preventiva foi mantida com o objetivo de garantir a hierarquia e a disciplina militar, além da adequada apuração dos fatos. Após a conclusão das investigações, o caso será encaminhado ao Ministério Público Militar, órgão responsável por eventual oferecimento de denúncia. A tipificação penal poderá incluir o crime de homicídio.

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