Jornal O Globo
Diretor de filmes como “Baile perfumado” (de 1996, com histórias de Lampião ao som de Chico Science & Nação Zumbi) e do onírico documentário “Cartola: música para os olhos” (2007), o pernambucano Lírio Ferreira paga com “Vivo 76” uma espécie de dívida com o conterrâneo Alceu Valença, artista que já vinha modernizando o passado musical de sua terra quase 20 anos antes de Chico e do movimento Mangue Bit. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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