Folha de S.Paulo
Na semana passada, eu precisava comprar uma vassoura. Entrei com meu marido em um desses mercadinhos de rua de Londres que vendem produtos variados. Ao chegarmos ao caixa, o atendente, que parecia não ser inglês, perguntou para ele: "Foi sua mulher que te falou para comprar, né?". Surpresa e indignada, olhei para o homem e perguntei: "Por que você está falando isso?". Meu marido rapidamente pagou e me tirou da loja, tentando fazer com que eu não estragasse o meu domingo. Em vão. Passei horas chateada por ter sido alvo de um ataque machista gratuito de um desconhecido, que associou uma vassoura a um objeto "de mulher", algo inferior na visão dele. Leia mais (04/11/2026 - 08h00)
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