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Marinha dos EUA começa a remover minas no Estreito de Ormuz | Collector
Marinha dos EUA começa a remover minas no Estreito de Ormuz
Revista Oeste

Marinha dos EUA começa a remover minas no Estreito de Ormuz

O Comando Central dos Estados Unidos informou neste sábado, 11, que dois contratorpedeiros da Marinha americana iniciaram operações para remover minas marítimas no Estreito de Ormuz, depois do cessar-fogo no conflito regional. Segundo os militares, alguns navios comerciais ainda não conseguem atravessar a via estratégica, considerada essencial para o fluxo global de petróleo. De acordo com o governo de Donald Trump, o USS Frank E. Peterson e o USS Michael Murphy atravessaram o Estreito e passaram a operar no Golfo Pérsico como parte de uma missão mais ampla para garantir que a região esteja totalmente livre de minas marítimas. O comando atribuiu a colocação dos artefatos à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã . Marinha: “Estabelecimento de nova passagem” “Hoje iniciamos o processo de estabelecimento de uma nova passagem e em breve compartilharemos esse caminho seguro com a indústria marítima para incentivar o livre fluxo do comércio”, afirmou o almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, em publicação nas redes sociais. https://twitter.com/defense_civil25/status/2043040729501507710?s=20 Apesar da operação de limpeza, autoridades americanas avaliam que o Irã ainda poderia lançar mísseis contra embarcações. Segundo o comando militar, a combinação entre minas marítimas e possíveis ataques com mísseis dificulta a defesa de navios e a proteção do Estreito por meios militares. Leia também: “Ninguém fica para trás” , artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 317 da Revista Oeste Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em publicação na rede Truth Social que o país está “iniciando o processo de limpeza do Estreito de Ormuz como um favor a países de todo o mundo”. + Leia mais notícias de Mundo na Oeste O post Marinha dos EUA começa a remover minas no Estreito de Ormuz apareceu primeiro em Revista Oeste .

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