Revista Oeste
Uma nova manifestação do Partido Missão foi realizada neste sábado, 11, na Avenida Paulista, em São Paulo, em repúdio ao ministro Alexandre de Moraes, ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao escândalo do Banco Master. O ato, iniciado às 15 horas, teve concentração em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), seguiu pela avenida e terminou na Praça Oswaldo Cruz, onde foram feitos os discursos. + Leia mais notícias de Política em Oeste A iniciativa, denominada Marcha contra a Corrupção, reuniu integrantes e apoiadores ligados ao partido. Estiveram presentes o deputado federal Kim Kataguiri e a vereadora Amanda Vettorazzo. Renan Santos, um dos fundadores do partido, não participou do ato, por estar em viagem. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por MBL - Movimento Brasil Livre (@mblivre) Os manifestantes fizeram críticas ao ministro Moraes e ao STF. Também houve protestos contra os acusados no caso Master. Ao longo do percurso, foram entoadas palavras de ordem como “Fora, Moraes”. Os participantes também exigiram a delação de Vorcaro e pediam cadeia aos "vagabundos de direita e de esquerda". O Partido Missão relata que esta foi a quarta manifestação da agremiação contra as suspeitas de envolvimento de membros do STF no escândalo do Banco Master. Duas já ocorreram, desde o início deste ano, na frente da sede do Master, na região da Avenida Faria Lima, em São Paulo. Outra, antes da deste sábado, também havia sido realizada na Avenida Paulista. Escândalo do Master O Banco Master foi liquidado em novembro último pelo Banco Central, depois de entrar no radar de autoridades financeiras e órgãos de investigação por suspeitas de fraudes, gestão temerária e operações financeiras irregulares. Em uma das operações, o BRB comprou R$ 30,4 bilhões em ativos do grupo Master. A Polícia Federal, na negociação, identificou que R$ 12,2 bilhões dessas carteiras tinham fortes indícios de fraude, entre as quais ativos sem garantias. Leia mais: "Novo quer saber como foi a morte de 'Sicário'" O episódio gerou um dos maiores acionamentos da história do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O limite de cobertura é de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição. Estimativas mostram que, somados os ressarcimentos a milhares de investidores, o fundo poderá desembolsar mais de R$ 40 bilhões em aplicações como CDBs e outros títulos emitidos pelo banco. A controvérsia se intensificou a partir do momento em que surgiram suspeitas de que os ministros Alexandre de Moraes e Dias Tofoli tinham algum tipo de ligação com o banco. Ambos negam irregularidades. O post Partido Missão faz novo protesto contra o Banco Master e o STF apareceu primeiro em Revista Oeste .
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