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GloboPop: Globo lança aplicativo de vídeos verticais; veja conteúdo
Jornal O Globo

GloboPop: Globo lança aplicativo de vídeos verticais; veja conteúdo

A Globo lança hoje uma plataforma de vídeos curtos criada para reforçar a relação entre a empresa e os consumidores digitais, criando também novas oportunidades para o mercado anunciante. O GloboPop reúne todo o ecossistema e o padrão de qualidade da Globo em uma oferta gratuita e vasta de vídeos verticais. Imposto de Renda 2026: quem precisa declarar e qual o valor? Entrega do documento vai até fim de maio Casos de violência contra mulher crescem: empresas montam rede de apoio a funcionárias — O GloboPop nasce com o principal objetivo de complementariedade de jornada, entendendo que o consumo de vídeos verticais cresce potencialmente no Brasil e no mundo — afirma Rodolfo Bastos, diretor de produtos publishing da Globo. Ele destaca que 76% do tráfego via celular atualmente é de vídeos. E os aparelhos, diz, representam hoje 60% do uso da internet no mundo: — Entendendo o tamanho disso, percebemos que a Globo precisava criar essa complementariedade, um app que ocupasse esse espaço. Nova linguagem O GloboPop é uma plataforma proprietária, na qual os usuários — que precisam apenas baixar o app gratuitamente na Play Store ou na Apple Store e fazer o cadastro na Conta Globo — podem acessar diretamente os conteúdos da empresa com uma curadoria premium. —E o padrão de qualidade é no sentido mais amplo possível: do padrão de qualidade de mensagem, de não ter fake news, não ter coisas ilegais, antiéticas — diz Bastos, lembrando que o uso de inteligência artificial, caso ocorra, será informado de forma transparente. O executivo afirma que o objetivo é consolidar a Globo em um novo formato e em uma nova linguagem, e trazer novas vozes. Além de 30 nomes da empresa, como William Bonner, Maju Coutinho e Everaldo Marques, o GloboPop terá conteúdos de mais de 25 criadores externos, como Theodoro, Marina Baldin e João Almeida. O aplicativo terá ainda três embaixadores: Sofia Santino, Tet Trem e Tati Machado. Patrícia Fontes, diretora de produtos digitais de entretenimento da Globo, e Rodolfo Bastos, diretor de produtos publishing da Globo Divulgação / Globo Bastos destaca que todos os criadores de conteúdo externos e internos seguirão as premissas do padrão de qualidade Globo e terão total liberdade criativa para postar na plataforma. Os usuários não poderão postar conteúdo, mas o objetivo é que o app garanta “muita interatividade”. —A ideia é que o usuário consiga se expressar e compartilhar com quem ele quiser todo o conteúdo que tiver no app — diz. — Tudo isso apostando muito numa lógica personalizada, cada um com o seu GloboPop, com aquilo de que gosta, aquilo que quer acompanhar. Além dos criadores de conteúdo, o aplicativo terá disponível conteúdo de plataformas como g1, GE e os principais programas jornalísticos e de entretenimento da Globo. Patrícia Fontes, head de produtos digitais de entretenimento da Globo, diz que o GloboPop se baseia no tripé curadoria, conexão e confiança: — Com todo o conteúdo da Globo, queremos trazer essa confiança também para o universo de vídeos verticais. Teremos conteúdo exclusivamente curado e 100% confiável. 197 mil pontos: dólar cai ao menor valor em dois anos e Bolsa alcança novo recorde Ela acrescenta que um dos questionamentos do consumidor de vídeos verticais é justamente sobre a credibilidade do que está assistindo. Os executivos ressaltam que a forma de consumir vídeos verticais está integrada aos hábitos pessoais da atualidade. E uma das apostas do GloboPop será no formato das novelinhas, já produzidas pela Globo em plataformas digitais. No novo aplicativo, uma das primeiras obras nesse formato será Carminha, que tratará da trajetória da icônica vilã da novela Avenida Brasil. O mercado publicitário também está contemplado na estratégia do aplicativo. Fontes explica que, além do formato tradicional de uma publicidade a cada quatro ou cinco vídeos, haverá espaço para novidades, principalmente no conteúdo de marca (branded content). A primeira parceria será com o Magalu, que terá a história contada a partir da visão da Lu do Magalu. — É mais do que entregar uma publicidade, vamos entregar um espaço para eles construírem a narrativa — diz Bastos. — Há muitos outros caminhos para explorar formatos publicitários com as marcas. (Rafael Rosas é repórter do Valor) Initial plugin text

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