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Suspeito de atacar casa de de CEO da OpenAI com coquetel Molotov queria assassiná-lo, dizem autoridades dos EUA | Collector
Suspeito de atacar casa de de CEO da OpenAI com coquetel Molotov queria assassiná-lo, dizem autoridades dos EUA
Jornal O Globo

Suspeito de atacar casa de de CEO da OpenAI com coquetel Molotov queria assassiná-lo, dizem autoridades dos EUA

O homem que supostamente lançou um coquetel Molotov contra a casa de Sam Altman, na Califórnia, tinha a intenção de assassinar o diretor-executivo da OpenAI, segundo autoridades americanas. Disputa: Príncipe Harry rejeita acusação de difamação feita por ONG africana que ele mesmo fundou No ringue: Hunter Biden desafia os dois filhos mais velhos de Trump para uma luta Promotores apresentaram nesta segunda-feira (13) acusações federais contra Daniel Moreno-Gama, de 20 anos, pelo ataque ocorrido na sexta-feira em San Francisco. O Departamento de Justiça informou que Moreno-Gama viajou do Texas com o objetivo de atacar Altman, cuja empresa desenvolve o ChatGPT. "A violência não pode ser a norma para expressar o desacordo, seja com política, tecnologia ou qualquer outro tema", disse o secretário de Justiça interino, Todd Blanche. "Esses supostos atos, que danificaram bens e poderiam ter custado vidas, serão perseguidos com todo o rigor da lei", acrescentou. Documento cita intenção de matar Segundo os promotores, após lançar o artefato na entrada da casa de Altman, o suspeito fugiu a pé e seguiu até a sede da OpenAI, onde tentou quebrar as portas de vidro do prédio com uma cadeira. A polícia encontrou Moreno-Gama no local com um galão de querosene, um isqueiro e um documento intitulado "Sua última advertência", que instigava "a agir contra a IA e a assassinar e cometer outros crimes contra os diretores-executivos das empresas de IA e seus investidores". De acordo com a acusação, o texto incluía a frase: "Se, por algum milagre, você sobreviver, eu encararia isso como um sinal do divino para você se redimir", além de mencionar a intenção de matar Altman. Moreno-Gama responde por danos e destruição de propriedade com uso de explosivos, além de posse de arma de fogo não registrada. O caso segue sob investigação das autoridades federais.

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