Folha de S.Paulo
Se um autor de realismo mágico inventasse que estátuas gigantes de santos católicos brotam pelo interior do Brasil, enquanto bíblias de concreto e batistérios públicos se multiplicam em praças de periferia, seria um bom enredo. O problema é que isso não é ficção. E que o financiamento desses monumentos, muitas vezes, é com o dinheiro público. Leia mais (04/14/2026 - 07h00)
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