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Wagner Moura fala sobre novos projetos e participação no universo 'Star Wars': 'Interessante e louco para um brasileiro' | Collector
Wagner Moura fala sobre novos projetos e participação no universo 'Star Wars': 'Interessante e louco para um brasileiro'
Jornal O Globo

Wagner Moura fala sobre novos projetos e participação no universo 'Star Wars': 'Interessante e louco para um brasileiro'

Na entrevista concedida à revista Time para a edição especial das 100 pessoas mais influentes do mundo, Wagner Moura, um dos eleitos do ano, falou sobre sua presença no universo "Star Wars", uma das principais franquias do cinema mundial. O ator é uma das vozes da animação "Star Wars: Maul — Lorde das Sombras", do Disney+. O baiano tem o molho: Wagner Moura é capa da revista Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo Wagner Moura 'atrasou' Star Wars? Entenda operação da Disney para contar com ator brasileiro em nova série "É inegavelmente interessante e louco para um brasileiro fazer parte do universo de Star Wars porque isso é uma galáxia muito, muito, muito distante para mim”, disse o brasileiro, que revelou ter adorado o fato de o mexicano Diego Luna ter feito a voz de Cassian Andor na série "Andor" sem alterar o sotaque. “Acho que isso significa muito para jovens latinos no mundo: ‘Meu Deus, nós também podemos fazer parte disso!’” Protagonizada também por Sam Witwer e Gideon Adlon, a série, que estreou neste mês, se passa um ano após o fim da Guerra dos Clones, já no início do Império Galáctico. A narrativa acompanha Darth Maul tentando reconstruir sua organização criminosa no planeta Janix, enquanto revisita conflitos internos e seu desejo de vingança. Wagner dá voz ao capitão Brander Lawson, um investigador determinado a proteger sua cidade sem recorrer às forças imperiais. Outros projetos A revista Time ainda detalhes os próximos passos da carreira do baiano, de 49 anos, o primeiro ator brasileiro a ser indicado ao Oscar de melhor atuação por "O agente secreto", no Oscar deste ano. Ele vai dirigir e atuar em "Last Night at the Lobster", um filme estrelado por Elizabeth Moss, sua colega na série "Iluminadas", e Brian Tyree Henry, com quem ele trabalhou também na série "Ladrões de drogas", ambas da Apple TV. Wagner descreveu a produção como um “filme de Natal político”: trata-se da história de funcionários de uma rede de fast-food que são demitidos na semana anterior às festas. Como ator, ele estará em "11817", um terror sci-fi da Netflix já concluído cuja sinopse oficial no site IMDB diz: "Em uma situação inexplicável, uma família está confinada em sua casa, incapaz de sair. À medida que os suprimentos diminuem, eles precisam aprender a ser engenhosos para sobreviver e desvendar a força misteriosa que os aprisiona." A direção é de Louis Leterrier (de "Velozes e furiosos 10" e "Carga explosiva"). Ele também já filmou "The Last Day", com Alicia Vikander, sobre "uma mulher rica que relembra um ex-amante enquanto lida com o suicídio de um veterano da Segunda Guerra Mundial, provocando uma autorreflexão sobre suas escolhas em meio à depressão e ao trauma." No verão europeu deste ano, ele pretende também levar a peça "Um julgamento - Depois do inimigo do povo" para o continente. A produção é inspirada no clássico do dramaturgo norueguês Henrik Ibsen. O texto é assinado pela também diretora Christiane Jatahy, por Wagner Moura e pelo roteirista Lucas Paraizo.

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