Jornal O Globo
Após a eliminação para o Atlético de Madrid na Champions League, o presidente do Barcelona, Joan Laporta, voltou a criticar a arbitragem da competição nesta quarta-feira e anunciou que deverá apresentar uma nova queixa formal à Uefa. Ele classificou as atuações do árbitro de campo e do VAR nas partidas das quartas de final como uma "vergonha". Segue a polêmica: após queda Liga dos Campeões, Raphinha diz que 'foi um jogo roubado' — Antes de mais nada, quero parabenizar o Atlético de Madrid, mas isso não justifica a arbitragem de ontem, tanto do árbitro quanto do VAR , que foi uma vergonha. O que fizeram conosco é intolerável. No jogo de ida, não nos marcaram um pênalti claro e expulsaram um dos nossos jogadores quando ele só merecia um cartão amarelo, porque Giuliano (Simeone) não tinha o controle da bola. O cartão vermelho nos prejudicou muito. Não podemos aceitar isso. Já fizemos uma queixa à Uefa e acredito que iremos fazer outra — disse Laporta. O Barcelona perdeu o jogo de ida para o Atlético de Madrid por 2 a 0, em casa, na semana passada, e precisava reverter o resultado fora. O time catalão venceu a partida de volta da última terça-feira por 2 a 1, mas não foi o suficiente para a classificação. O clube reclama da expulsão de Eric García, o gol anulado de Ferran Torres e um possível pênalti em Dani Olmo. — As decisões da arbitragem nos prejudicaram muito. No jogo de volta, Eric García não era o último homem na defesa; Koundé estava chegando. O árbitro mostrou cartão amarelo, e o VAR o fez mudar de ideia. O gol de Ferran foi gol, o pênalti em Dani Olmo foi pênalti, a falta em Fermín é intolerável porque cortaram todo o lábio superior dele. O garoto estava sofrendo enquanto o costuravam, e ele nem sequer recebeu um cartão. É inaceitável — completou o presidente. O Barça já havia protestado contra a arbitragem do jogo de ida contra o Atlético de Madrid. O clube reclamou de um pênalti não marcado na jogada em que Pubill tocou a bola com a mão dentro da área, quando a partida já estava 1 a 0 para o adversário, e da expulsão do zagueiro Cubarsí. O time catalão apresentou uma queixa formal à Uefa contra a atuação do árbitro Istvan Kovacs. O Comitê de Controle, Ética e Disciplina da entidade, no entanto, rejeitou a queixa e chamou a reclamação do Barcelona de "inadmissível".
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