Jornal O Globo
Sempre que a vida me trata com descortesia, é o nariz que me salva. Acendo um incenso, faço um café forte e aspiro aquele aroma com volúpia, ou vou até a bancada do banheiro brincar com os perfumes, um por um, até decidir qual usar. Se eu fosse uma divindade, faria até chover, só para sentir o cheiro da terra molhada. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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