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Israel destrói ponte estratégica no sul do Líbano em ataques aéreos, diz agência estatal
Jornal O Globo

Israel destrói ponte estratégica no sul do Líbano em ataques aéreos, diz agência estatal

Israel destruiu uma ponte estratégica no sul do Líbano em dois ataques aéreos realizados nesta quinta-feira, informou a Agência Nacional de Notícias (ANI), estatal libanesa. Guga Chacra: Após intervalo na guerra, qual será o próximo ato de Irã x EUA? Sem o Hezbollah: Entenda a rodada de negociação histórica entre Israel e Líbano nos EUA e o passado conflituoso entre os países “Aviões inimigos lançaram dois ataques consecutivos contra a ponte de Qasmiyeh, a última ponte entre as regiões de Tiro e Sidon, destruindo-a completamente”, informou a agência. A estrutura era considerada um ponto-chave de ligação entre áreas do sul do país, em meio à escalada de confrontos na região. Presidente do Líbano condiciona diálogo a cessar-fogo O Exército israelense havia voltado a pedir nesta quinta-feira que a população civil evacuasse toda a região do sul do Líbano até o rio Zahrani, localizado a cerca de 40 quilômetros ao norte da fronteira. A medida amplia a pressão sobre áreas civis e ocorre em meio ao avanço das operações militares israelenses no território libanês. O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou nesta quinta-feira que um cessar-fogo com Israel é condição prévia para a abertura de negociações diretas entre os dois países, cuja realização ainda não foi confirmada. “O cessar-fogo que o Líbano exige de Israel é o ponto de partida natural para negociações diretas entre ambos os países”, declarou Aoun em comunicado oficial. A posição do líder libanês ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar, na noite de quarta-feira, que os “líderes” de Israel e do Líbano manteriam uma conversa nesta quinta-feira. Apesar disso, não há confirmação formal do diálogo por parte de Beirute. Do lado israelense, uma ministra indicou que o contato pode ocorrer. Segundo ela, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu “falará” com Aoun, reforçando os sinais contraditórios sobre a possível abertura de negociações.

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