Jornal O Globo
Policiais civis da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), em apoio a uma operação do Ministério da Justiça, apreenderam um adolescente de 16 anos, nesta quarta-feira, por envolvimento em crimes virtuais. A ação ocorreu no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações apontaram que o menor usava plataformas digitais para participar de grupos voltados à automutilação e a comportamentos destrutivos. Ele também incitava outros adolescentes, em diferentes estados do país, a se automutilarem. Defesa nega irregularidades: Advogada argentina acusada de racismo no Rio é denunciada por ex-namorado por roubo de carro Contagem regressiva: 'Orgulhosa de saber que vou cantar no altar do planeta', diz Shakira, que se apresenta em Copacabana no dia 2 de maio Em um dos casos identificados, uma das vítimas, atualmente com 14 anos, chegou a se ferir, escrevendo em seu próprio corpo o apelido utilizado pelo agressor. A vítima foi posteriormente encaminhada para tratamento psicológico e, segundo a polícia, atualmente está internada.. Durante as diligências, os agentes constataram ainda que o adolescente mantinha comunicações com conteúdo extremista. Ele demonstrava interesse em adquirir armas e fabricar artefatos explosivos caseiros. Além disso, mostrava a intenção de praticar atos violentos contra pessoas e animais. Para garantir a segurança da equipe e de moradores da região, os policiais adotaram estratégia que permitiu a apreensão do adolescente fora da comunidade, sem confronto. Na ação, também foram arrecadados aparelhos eletrônicos, que passaram por perícia. Contra o adolescente, foram cumpridos mandados de internação, busca e apreensão de dispositivos eletrônicos e quebra de sigilo de dados. No momento da apreensão o adolescente vestia uma camisa com uma inscrição em russo associada a discursos de ódio e a grupos extremistas. Initial plugin text
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