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Oscar Schmidt descobriu vocação para o basquete no DF, incentivado por professor; veja relato | Collector
Oscar Schmidt descobriu vocação para o basquete no DF, incentivado por professor; veja relato
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Oscar Schmidt descobriu vocação para o basquete no DF, incentivado por professor; veja relato

"É Daqui!": Oscar Schmidt manda mensagem de parabéns a Brasília Maior ídolo da história do basquete brasileiro, o ala Oscar Schmidt descobriu o esporte quando se mudou para Brasília, na adolescência. O astro das quadras morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17) em Santana do Parnaíba, na grande São Paulo, após passar mal. O velório e enterro serão restritos à família e amigos. Em depoimento à TV Globo, gravado em 2020 para o aniversário de 60 anos de Brasília, o Mão Santa relembrou a mudança para a capital e o incentivo de um professor de educação física para que ele arremessasse as primeiras cestas (vídeo acima). "Se eu não fosse para Brasília, talvez eu não tivesse virado jogador de basquete. Meu professor de educação física era o mesmo treinador do Unidade Vizinhança [clube na Asa Sul]. E um dia ele falou: 'Oscar, vai lá, eu sou treinador. De repente, você gosta de basquete", relembrou Oscar. EUA, Georgia, Atlanta, 26/07/1996. O jogador da Seleção Brasileira, Oscar Schmidt, cansado durante partida contra a seleção da Iugoslávia disputada no estádio Giorgia Dome, na Olimpíada de Atlanta. A Seleção Brasileira perdeu esta partida e não trouxe medalha para o país. Acervo Estadão Conteúdo Àqueles primeiros pontos, feitos ainda como amador, se somaram outros quase 50 mil – 49.737 pontos em jogos oficiais, para ser exato. O recorde durou até 2024, quando o norte-americano Lebron James superou a marca. Importante lembrar: diferentemente de Lebron, Oscar nunca jogou as longas temporadas da NBA.

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