Folha de S.Paulo
A banalização de "À Procura do Tempo Perdido" é uma praga. O romance de Proust é longo e árduo -e os banais acertam ao dizer que tempo é dinheiro e que de dura chega a vida. Dá trabalho desenrolar suas frases enroscadas. Escoltar duquesas meses a fio requer curiosidade malsã. A escrita crítica atropela o pocotó da literatura pangaré. Leia mais (04/17/2026 - 17h37)
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