Jornal O Globo
A morte da lenda do basquete Oscar Schmidt nesta sexta-feira levou à uma onda de homenagens ao ex-atleta. Entre eles, o presidente da CBF, Samir Xaud, também exaltou a trajetória de Oscar no esporte e lamentou sua perda. "Recebo com profundo pesar a notícia da morte de Oscar Schmidt, um dos maiores atletas que o Brasil já teve. Oscar, nosso Mão Santa, foi sinônimo de patriotismo, garra e talento. Foi um competidor incansável que honrou a camisa do Brasil como poucos. Sua dedicação ao basquete e ao país inspirou gerações e ajudou a construir a história do nosso orgulho nacional. Hoje, o Brasil se despede de um gigante, mas seu legado permanece vivo e seus exemplos seguirão conosco para sempre", disse Xaud. A entidade ainda reforçou na nota que se solidarizava com a família do atleta. "Oscar, que era irmão do apresentador Tadeu Schmidt, deixa a esposa, Maria Cristina Schmidt, e dois filhos, Filipe e Stephanie. Neste momento de dor e tristeza, a CBF se solidariza com seus familiares", comunicou a entidade. Morte de Oscar A lenda do basquete, Oscar Schmidt, morreu nesta sexta-feira, aos 68 anos. O Mão Santa, como era conhecido, teve mal-estar e foi internado no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em São Paulo, mas faleceu nesta tarde. O ex-jogador lutava contra um câncer no cérebro desde 2011. O brasileiro é o recordista brasileiro em participações olímpicas, com cinco edições seguidas, e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição. Oscar Daniel Bezerra Schmidt começou a sua trajetória profissional em 1974, pelo Palmeiras. Em quase 30 anos de carreira, encerrada em 26 de maio de 2003 no Flamengo, o ala de 2,05 m de altura deteve o recorde mundial de cestas, com 49.737 pontos conquistados em equipes que incluem Sírio, Mackenzie, além de Juvecaserta e Pavia, na Itália, e Forum Valladolid, da Espanha. Em 2024, o ex-atleta foi superado por LeBron James, que alcançou 49.760 pontos em jogos oficiais.
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