Folha de S.Paulo
A discussão sobre a incorporação de medicamentos do tipo agonistas do receptor de GLP-1, como a semaglutida e a liraglutida, ao SUS não pode ser conduzida sob a lógica do entusiasmo tecnológico isolado. Trata-se, essencialmente, de um problema de arquitetura do sistema: como alocar recursos escassos de forma a maximizar valor em saúde , ou seja, desfechos relevantes para a população ao menor custo possível, ao longo do ciclo de cuidado. Leia mais (04/17/2026 - 22h00)
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