Folha de S.Paulo
Num bate-papo há dias com jovens cinéfilos, um deles afirmou que o cinema francês, moribundo nos anos 50, foi "salvo pela Nouvelle Vague", o movimento que, de 1958 a, digamos, 1966, mudou tudo no cinema . O parto teórico da revolução foi um artigo do então crítico François Truffaut no Cahiers du Cinema, em 1954, denunciando o cinema francês dos anos 50 como pesadão, de estúdio, preso a clássicos da literatura ou a temas históricos, por diretores repolhudos -"le cinéma du papa", o cinema do papai, segundo Truffaut. De fato, a Nouvelle Vague, com seus filmes ágeis, baratos, feitos na rua, acabou com eles. Leia mais (04/18/2026 - 08h00)
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