Folha de S.Paulo
O teatro , em sua essência, é um convite ao encontro, mas o que Marcella Muniz propõe nesta transposição da obra de Valérie Perrin é uma reunião de natureza distinta: um mergulho no silêncio que habita o luto e, surpreendentemente, na luminosidade que dele pode brotar. A montagem brasileira de "Água Fresca Para as Flores" não se limita a transpor um fenômeno editorial para o palco; ela estabelece um ritual de cura que humaniza a perda através de uma estética de extrema delicadeza. Leia mais (04/18/2026 - 11h00)
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