Jornal O Globo
A marca Argalji, fundada em 2019 por Monique Argalji, apresentou uma coleção que parte de um material improvável: a espuma. Tradicionalmente escondida nos bojos de lingerie, ela deixa o interior das peças e ganha protagonismo na superfície. Argalji trabalha silhuetas que oscilam entre o escultural e o fluido Divulgação/RFW As silhuetas oscilam entre o escultural e o fluido. Entre os destaques, um minivestido color blocking, em vermelho, amarelo e preto, que remete a uma escultura moldada ao corpo; um longo vermelho, com mangas em blocos rígidos e saia drapeada que se arrasta; e um vestido mídi construído em placas de neoprene bege, sobrepostas como origami, com ombros amplos que se afunilam até o joelho. A Argalji propõe uma moda experimental, que explora novas formas e tensiona os limites de pensar o corpo. Argalji trabalha silhuetas que oscilam entre o escultural e o fluido Divulgação/RFW
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