Folha de S.Paulo
Para mim, o debate deve ser como garantir direitos para entregadores mantendo a liberdade de mudar de plataforma ou de trabalhar com várias diferentes. Além disso, como atacar a pejotização excessiva? Deve haver modalidade trabalhista de transição que possibilite prestar serviços sem vínculo fixo, mas com proteção social básica. O vínculo por si só é rejeitado pelos próprios entregadores e motoristas de aplicativo. Gabriel Almeida Sales Moraes (Viçosa, MG) Leia mais (04/18/2026 - 20h30)
Go to News Site