GloboNews
Brasil e Espanha fecham acordos em setores como transporte aéreo e telecomunicações Jornal Nacional/ Reprodução Na espanha, presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum Democracia Sempre. O fórum reuniu representantes de 17 países para debater o fortalecimento das instituições democráticas e os desafios globais diante do avanço de movimentos autoritários e extremistas em diferentes países. O anfitrião, o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, disse que é preciso fortalecer a cooperação internacional e defendeu mudanças nas Nações Unidas, buscando maior representatividade. Ele sugeriu a escolha de uma mulher para assumir o comando da instituição — pela primeira vez na história. Outros líderes também reconheceram que erros cometidos por governos democráticos abriram espaço para pautas autoritárias. O representante do Reino Unido, David Lammy — que é o vice-primeiro-ministro — declarou que esse fórum ocorre num momento de desafios extremos, crises globais, resultado de mais conflitos no Oriente Médio. Entre os membros do G7, os britânicos são os que mais vão sentir o impacto econômico da guerra no Irã, segundo o FMI. O presidente Lula reforçou a preocupação com as guerras, fez críticas ao presidente americano Donald Trump e voltou a defender uma reformulação do Conselho de Segurança da ONU. "Os 5 membros do Conselho de Segurança, os membros permanentes que, quando se criou o Conselho de Segurança, era para garantir a paz no mundo após a Segunda Guerra Mundial, viraram os senhores da guerra. Pra gente mudar, nós temos que fazer uma discussão, sabe, cotidiana, a nível internacional. Nenhum presidente de nenhum país do mundo, por maior que seja, tem o direito de ficar impondo regras a outros países. Nenhum. E os 5 membros de Segurança da ONU devem se reunir para mudar o seu comportamento. Nós não podemos levantar todo dia de manhã e dormir todo dia à noite com o Twitter de um presidente da República ameaçando o mundo, fazendo guerra." Brasil, México e Espanha divulgaram um comunicado prometendo intensificar o envio de ajuda humanitária a Cuba e cobrando respeito à soberania do país. A ilha enfrenta uma crise energética grave desde janeiro, quando os Estados Unidos proibiram o envio de petróleo venezuelano. No documento, os três países citaram as circunstâncias enfrentadas pelo povo cubano, que classificaram como dramáticas. LEIA TAMBÉM Lula faz giro pela Europa; viagem começa pela Espanha Brasil e Espanha fecham acordos em setores como transporte aéreo e telecomunicações Motta diz que governo avaliou mal texto de projeto dos apps; Lula defende regulamentação em discurso na Espanha
Go to News Site