Renascença
Papa Leão XIV lembra a história de Angola “um país belíssimo e ferido, que tem fome de esperança, paz e fraternidade” e pede a construção de “um país onde as antigas divisões sejam superadas para sempre, onde o ódio e a violência desapareçam”. Na homília da Missa a que presidiu esta manhã, em Kilamba, o Papa exortou os angolanos a “não perder a esperança”, nem a ficarem “paralisados pelo desânimo”, e pediu para que “a chaga da corrupção seja curada por uma nova cultura de justiça e partilha”.
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