Folha de S.Paulo
O "abre e fecha" do estreito de Hormuz é visto como prejudicial para o agronegócio brasileiro, que utiliza a região como rota prioritária para a entrega de produtos e insumos no Oriente Médio e na China . A incerteza, portanto, atrapalha os planos das companhias brasileiras que operam na região, já que, com a guerra, operadores de logística adicionaram uma "taxa de guerra" para escoarem seus navios cargueiros por rotas alternativas . Leia mais (04/19/2026 - 11h23)
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