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Delegado é proibido de atuar em causa própria contra advogada, decide Justiça Uma decisão da Justiça, emitida no domingo (19), proíbe o delegado Christian Zilmon Mata dos Santos de atuar em causa própria contra a advogada Áricka Rosália Alves Cunha, que foi presa após reclamar nas redes sociais sobre o arquivamento de um processo, em Cocalzinho de Goiás. A determinação ocorreu após um pedido de habeas corpus preventivo pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção de Goiás (OAB-GO). No pedido, a OAB citou um novo vídeo em que o delegado diz estar pronto para prender Áricka novamente devido a postagens críticas contra ele. Além disso, o órgão afirmou que a advogada está sendo monitorada em sua casa e escritório com um drone sem autorização judicial. O g1 entrou em contato com Christian Zilmon para que possa se pronunciar sobre a decisão, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. O caso é apurado pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil. A decisão destacou que o delegado não deve ser responsável por fazer o registro e análise de prisão em flagrante em relação à Áricka. A OAB‑GO e a OAB Nacional classificaram a prisão como arbitrária e que viola os direitos da advogada à liberdade de expressão. A advogada Áricka Cunha foi presa pelo delegado de Cocalzinho de Goiás, Christian Zilmon, depois de ter reclamado por ter tido um boletim de ocorrência de difamação arquivado Reprodução/ TV Anhanguera
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