Folha de S.Paulo
Dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos revelam realidade aparentemente contraditória em Portugal . Melhoraram indicadores: caíram a taxa de risco de pobreza, o Índice de Gini (que mede a concentração de renda ) e a carência entre idosos, mas cerca de 1,7 milhão de pessoas seguem abaixo do limiar de pobreza. O paradoxo não é exclusivo do país, reflete tendência europeia marcada por crescimento anêmico, pressão sobre a segurança social, crise energética, inflação persistente, efeitos do brexit e perda de renda. Leia mais (04/20/2026 - 22h00)
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